Dora Selma Fix Ventura – ACIESP

Membros & Equipe

Dora Selma Fix Ventura

Data de Nascimento:

06/11/1939

Ano de Posse:

2012

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Docente do Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia de 1968 a 2009, permanece como Professora Titular aposentada, atuando como Colaborador Senior. Graduou-se em Psicologia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (1961), e fez mestrado e doutorado em Psicologia Experimental na Columbia University, New York, (M.A., 1964; Ph.D., 1968). Obteve o título de Livre-docente em 1988 e tornou-se Professora Titular em 1990. No Instituto de Psicologia da USP foi Vice-Diretora, e por duas vezes Chefe do Departamento de Psicologia Experimental. Foi Vice-Presidente da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciencia (2003-2007; 2011-2015) e Vice Presidente da Sociedade Brasileira de Psicologia (2013-2015). Foi Presidente da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (1996-2001), da Brazilian Research Association in Vision and Ophthalmology (2010-2012) e da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (1991-1994) e tem prestado colaboração como membro de vários colegiados da Universidade de São Paulo e de diferentes órgãos, dentre os quais: Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (2006-2008), Conselho Deliberativo do CNPq (2004-2006), Comitê Assessor de Psicologia do CNPq (1993-1996; 2007-2010), e do Latin American Research Committee (LARC) da IBRO (International Brain Research Association) (2010-2013); re-eleita como membro, passou a Presidente do LARC (2013-2016). É Grã Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico, membro titular da Academy of Sciences for the Developing World (TWAS), da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (ACIESP), recebeu a Medalha CAPES 50 anos e a Medalha Neurociências Brasil. Fundou em 1968 o Laboratório de Psicofisiologia Sensorial, no Instituto de Psicologia da USP, para estudar mecanismos neurais da visão através de métodos comportamentais e eletrofisiológicos. Na década de 1990 fundou o Laboratório da Visão, dedicado a pesquisa aplicada em Psicofísica e Eletrofisiologia Visual Clínica para o estudo de doenças neurodegenerativas do sistema visual, de origem genética, metabólica ou por exposição a agentes neurotóxicos – como Distrofia Muscular de Duchenne, neuropatia óptica de Leber, esclerose múltipla, diabetes, intoxicação mercurial – no qual desenvolve ativa colaboração nacional e internacional. Tem publicado internacionalmente nas duas áreas, e como orientadora de pós-graduação, formou até o momento 41 mestres e 31 doutores. Trabalhos de seu grupo receberam 10 prêmios em congressos nacionais e internacionais nos últimos 5 anos (2014-2019).